Bom Dia a todos, vou começar me apresentando, sou Carlo do Capítulo Mozart como Henrique e de hoje em diante auxiliarei ele com o blog sempre que possível!
Venho aqui hoje para convidar todos, principalmente familiares de irmãos, irmãos de outros capítulos, primas, tios e tias para a nossa cerimonia de posse.
A cerimonia de posse da XXXIX gestão administrativa do Capítulo Wolfgang Amadeus Mozart n°171 do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil patrocinado pela ARLS Atrium2882 antecerá no palácio do GOSP, Templo Doze de Outubro localizado na Rua São Joaquim n°457 bairro Liberdade às 14:00 no dia 05 de fevereiro
A cerimonia terá o intuito de nomear o irmão Andrey Kuns como Mestre Conselheiro , o irmão Wesley Barbosa como primeiro conselheiro e o irmão Frederico Higino como segundo conselheiro.
Espero todos lá para o inicio de mais essa jornada no caminho de nosso capítulo
Muito Grato
Carlo Bonasso Filho''
Capítulo Wolfgang Amadeus Mozart nro 171 - SCODB
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Convite aos irmãos
Todas as pessoas que já pesquisaram o mínimo sobre ordem DeMolay sabem que nossas vidas são baseadas em sete virtudes cardeais: amor filial, reverência pelas coisas sagradas, cortesia, companheirismo, fidelidade, pureza e patriotismo.
No dia (dia depois da elevação) ocorreu o ECAESP (Exame Capitular do Estado de São Paulo) no qual conheci o irmão Yasin Lucas do Capítulo Guardiões de Mogi das Cruzes nº 525 que sabiamente me disse que gostaria de sugerir uma oitava vela, a vela da humildade. Logo após sugerir essa idéia a mim, emendou: “mas do que adianta uma oitava vela, se ainda hoje, nem todas as 7 antigas estão sendo seguidas ?”
Naquele momento logo me lembrei do seguinte texto, uma adaptação feita pelo Irmão Pablo Luan, do Capítulo Príncipe do vale do Assú nº 233 em cima do texto maçônico “Sois um Maçom?”
"SOIS UM DEMOLAY?
só me lembrava daquela forte dor no peito. como viera eu parar ali?
o ambiente era familiar. já estivera ali, mas... quando? Caminhava sem rumo.
Pessoas desconhecidas passavam por mim, contudo, não tinha coragem de abordá-las.
Mas... Espere, que grupo seria aquele reunido de roupa característica?
Lógico! Não estariam indo e vindo de uma festa... Não são evangélicos ou algo parecido. É claro! São Irmãos!
Aproximei-me do grupo. Ao me verem chegar interromperam a conversa.
Discretamente executei o sinal do Grau Iniciático, obtendo resposta.
A alegria tomou conta de mim. Estava entre amigos.
Identifiquei-me. Perguntei ansioso o que estava acontecendo comigo. Responderam-me com muito cuidado e fraternidade. Havia desencarnado.
Fiquei assustado; e minha família, os meus amigos, como estavam?
Estão bem, não se preocupe; no devido tempo você os verá, responderam.
Ainda assustado, indaguei do motivo de suas vestes. Um deles me informou que estavam encaminhando a uma sala capitular.
Sala Capitular? Templo Maçônico? Vocês tem um? Sim, claro. Por que não?
Senti-me mais à vontade, afinal fui um Mestre Conselheiro, Ilustre Comendador Cavaleiro e ainda por cima Grande Comendador Chevalier, e, com certeza receberei as honras devidas a minha posição.
Pedi para acompanhá-los, no que fui atendido.
Ao fim da pequena caminhada avistei o Templo. Confesso que fiquei abismado. Sua imponência era enorme. As colunas do pórtico... Majestosas.
Nunca vira nada igual. Imaginei como deveria ser seu interior e como me sentiria tomando parte nos trabalhos. Caminhamos em silêncio.
Ao chegar ai salão de entrada verifiquei grupos de Irmãos conversando animadamente, porém em tom respeitoso.
O que parecia ser o líder do grupo e que me acompanhava chamou um Irmão que estava adiante:
-- Irmão 2º Diácono! Acompanhai o Irmão recém-chegado e com ele aguarde.
Não entendi bem.
Afinal, tendo realizado o toque dos graus capitulares e da cavalaria, e estando com as minhas comendas de PMC, PICC e PGCC, esperava, no mínimo, uma recepção mais calorosa.
Talvez estejam preparando uma surpresa à minha estrada...
Para um irmão com minhas credenciais não poderia se esperar nada diferente...
Verifiquei que os Irmãos formavam o cortejo para entrada no Templo.
A distância, não pude ouvir o que diziam, contudo, uma luminosidade esplendorosa cercou a todos. Adentraram silenciosamente no Templo.
Comigo ficou o Irmão 2º Diácono...
De tanta emoção não conseguia dizer nada. O tempo passou. Não pude medir quanto...
De repente, a porta do Templo se entreabriu e o Irmão Mestre de Cerimônias, encaminhando-se a mim, comunicou que seria recebido.
Ajeitei-me, estufei o peito, verifiquei se minhas comendas não estavam desleixadas e caminhei com ele.
Tremia um pouco, mas quem não o faria em tal circunstância?
Respirei fundo e adentrei ritualisticamente ao Templo.
Estranho... Esperava encontrar luxuosidade esplendorosa, muito ouro e riqueza.
Verifiquei rapidamente, no entanto, uma simplicidade muito grande.
Uma luz brilhante, vinda não sabe de onde iluminava o ambiente.
Cumprimentei o Mestre Conselheiro da reunião de forma usual. Ninguém se levantou à minha entrada. Mantinham-se calados... Respeitosos.
Não sabia o que fazer... Aguardava ordens... E elas vieram na voz firme do Mestre Conselheiro.
-- [...] S.U.D.?
Reconhecendo a necessidade do exame de proficiência em tais circunstâncias, aceitei respondê-lo. Estufei o peito, e com voz grave respondi:
-- [...] F.D.N.P.D.D.A.L.U.V.P.E.V.
Aguardei seguro, a pergunta seguinte. Em seu lugar o Mestre Conselheiro, dirigindo-se aos presentes, perguntou:
-- Os irmãos aqui presentes o reconhecem como DeMolay, Cavaleiro e Chevalier?
Assustei-me. O que era isso? Por que tal pergunta?
O silêncio foi total. Dirigindo-se a mim, o Mestre Conselheiro emendou:
-- Meu caro Irmão visitante, os Irmãos aqui presentes não o reconhecem como DeMolay!
-- Como não? Disse eu. Não vêem minha insígnia? Não verificaram através da [M], do [S] e do [T]? Ainda por cima realizei o sinal dos graus passados!
-- Sim, caro Irmão -- retrucou solenemente o Mestre. -- Contudo não basta ter ingressado na Ordem, ter diplomas ou insígnias para ser um DeMolay. É preciso antes de tudo, ter construído o "seu Templo" e escolhido certo ao cruzar a vida, infelizmente verificamos que tal não ocorreu com o Irmão.
-- Observamos, ainda, que apesar de ter tido todas as oportunidades de estudo e de ter galgado os Graus, não absorveu seus ensinamentos. Sua passagem pela ponte da indecisão foi efêmera e marcada por erros.
Não pude aguentar mais e retruquei:
-- Como efêmera? Vocês que tudo sabem não observavam minhas atitudes fraternas?
Fui interrompido.
-- Irmãos, vejamos então sua defesa.
Automaticamente, desenhou-se na parede algo parecido com uma tela imensa de televisão e na imagem reconheci-me junto a um grupo de Irmãos, tecendo comentários desairosos contra a administração de meu Capítulo.
Era tudo verdade. Envergonhei-me.
Tentei justificar mas não encontrava argumentos. Lembrei-me, então, de minhas ações beneficentes. Indaguei-os sobre tal...
E mudando a imagem como se trocassem de canal, vi-me colocando a mão vazia no tronco da solidariedade.
Era fato, e, costumeiramente, o fazia, por achar que a contribuição não seria bem usada...
Por não ter o que argumentar, calei-me e lágrimas de remorso brotaram-me nos olhos.
Iniciei a retirar-me cabisbaixo e estanquei ao ouvir a voz autoritária e ao mesmo tempo fraterna do Mestre Conselheiro que estava presidindo a reunião.
-- Meu Irmão. Reconhecemos suas falhas quando no orbe Terrestre e na Ordem DeMolay, contudo, reconhecemos, também que o Irmão foi iniciado em nossos Augustos Mistérios e em nossa fraternidade que deveria moldar seu caráter...
-- Prometemos em nossas Iniciações protegê-lo e o faremos. O Irmão terá a oportunidade de consertar seus erros, afinal, todos nós aqui presentes já os cometemos algum dia.-- Descanse nesse plano o tempo necessário e, ao voltar à matéria para novas experiências, nós o encaminharemos novamente a Ordem DeMolay.
Saí decepcionado, mas estranhamente aliviado. Aquelas palavras pareciam ter me tirado um grande peso.
Acordei, sobressaltado e suando muito. Meu coração disparado. Levantei-me assustado, mas com certa alegria no peito. Havia sonhado!
Dirigi-me ao guarda-roupa, minha indumentária ali estava. Instintivamente, retirei da camisa as minhas comendas e as guardei em uma caixa.
Ainda emocionado e com os olhos molhados de lágrimas, dirigi-me à minha mesa e com as mãos trêmulas e cheio de uma alegria juvenil, retirei da gaveta o Ritual do Grau Iniciático.”
o ambiente era familiar. já estivera ali, mas... quando? Caminhava sem rumo.
Pessoas desconhecidas passavam por mim, contudo, não tinha coragem de abordá-las.
Mas... Espere, que grupo seria aquele reunido de roupa característica?
Lógico! Não estariam indo e vindo de uma festa... Não são evangélicos ou algo parecido. É claro! São Irmãos!
Aproximei-me do grupo. Ao me verem chegar interromperam a conversa.
Discretamente executei o sinal do Grau Iniciático, obtendo resposta.
A alegria tomou conta de mim. Estava entre amigos.
Identifiquei-me. Perguntei ansioso o que estava acontecendo comigo. Responderam-me com muito cuidado e fraternidade. Havia desencarnado.
Fiquei assustado; e minha família, os meus amigos, como estavam?
Estão bem, não se preocupe; no devido tempo você os verá, responderam.
Ainda assustado, indaguei do motivo de suas vestes. Um deles me informou que estavam encaminhando a uma sala capitular.
Sala Capitular? Templo Maçônico? Vocês tem um? Sim, claro. Por que não?
Senti-me mais à vontade, afinal fui um Mestre Conselheiro, Ilustre Comendador Cavaleiro e ainda por cima Grande Comendador Chevalier, e, com certeza receberei as honras devidas a minha posição.
Pedi para acompanhá-los, no que fui atendido.
Ao fim da pequena caminhada avistei o Templo. Confesso que fiquei abismado. Sua imponência era enorme. As colunas do pórtico... Majestosas.
Nunca vira nada igual. Imaginei como deveria ser seu interior e como me sentiria tomando parte nos trabalhos. Caminhamos em silêncio.
Ao chegar ai salão de entrada verifiquei grupos de Irmãos conversando animadamente, porém em tom respeitoso.
O que parecia ser o líder do grupo e que me acompanhava chamou um Irmão que estava adiante:
-- Irmão 2º Diácono! Acompanhai o Irmão recém-chegado e com ele aguarde.
Não entendi bem.
Afinal, tendo realizado o toque dos graus capitulares e da cavalaria, e estando com as minhas comendas de PMC, PICC e PGCC, esperava, no mínimo, uma recepção mais calorosa.
Talvez estejam preparando uma surpresa à minha estrada...
Para um irmão com minhas credenciais não poderia se esperar nada diferente...
Verifiquei que os Irmãos formavam o cortejo para entrada no Templo.
A distância, não pude ouvir o que diziam, contudo, uma luminosidade esplendorosa cercou a todos. Adentraram silenciosamente no Templo.
Comigo ficou o Irmão 2º Diácono...
De tanta emoção não conseguia dizer nada. O tempo passou. Não pude medir quanto...
De repente, a porta do Templo se entreabriu e o Irmão Mestre de Cerimônias, encaminhando-se a mim, comunicou que seria recebido.
Ajeitei-me, estufei o peito, verifiquei se minhas comendas não estavam desleixadas e caminhei com ele.
Tremia um pouco, mas quem não o faria em tal circunstância?
Respirei fundo e adentrei ritualisticamente ao Templo.
Estranho... Esperava encontrar luxuosidade esplendorosa, muito ouro e riqueza.
Verifiquei rapidamente, no entanto, uma simplicidade muito grande.
Uma luz brilhante, vinda não sabe de onde iluminava o ambiente.
Cumprimentei o Mestre Conselheiro da reunião de forma usual. Ninguém se levantou à minha entrada. Mantinham-se calados... Respeitosos.
Não sabia o que fazer... Aguardava ordens... E elas vieram na voz firme do Mestre Conselheiro.
-- [...] S.U.D.?
Reconhecendo a necessidade do exame de proficiência em tais circunstâncias, aceitei respondê-lo. Estufei o peito, e com voz grave respondi:
-- [...] F.D.N.P.D.D.A.L.U.V.P.E.V.
Aguardei seguro, a pergunta seguinte. Em seu lugar o Mestre Conselheiro, dirigindo-se aos presentes, perguntou:
-- Os irmãos aqui presentes o reconhecem como DeMolay, Cavaleiro e Chevalier?
Assustei-me. O que era isso? Por que tal pergunta?
O silêncio foi total. Dirigindo-se a mim, o Mestre Conselheiro emendou:
-- Meu caro Irmão visitante, os Irmãos aqui presentes não o reconhecem como DeMolay!
-- Como não? Disse eu. Não vêem minha insígnia? Não verificaram através da [M], do [S] e do [T]? Ainda por cima realizei o sinal dos graus passados!
-- Sim, caro Irmão -- retrucou solenemente o Mestre. -- Contudo não basta ter ingressado na Ordem, ter diplomas ou insígnias para ser um DeMolay. É preciso antes de tudo, ter construído o "seu Templo" e escolhido certo ao cruzar a vida, infelizmente verificamos que tal não ocorreu com o Irmão.
-- Observamos, ainda, que apesar de ter tido todas as oportunidades de estudo e de ter galgado os Graus, não absorveu seus ensinamentos. Sua passagem pela ponte da indecisão foi efêmera e marcada por erros.
Não pude aguentar mais e retruquei:
-- Como efêmera? Vocês que tudo sabem não observavam minhas atitudes fraternas?
Fui interrompido.
-- Irmãos, vejamos então sua defesa.
Automaticamente, desenhou-se na parede algo parecido com uma tela imensa de televisão e na imagem reconheci-me junto a um grupo de Irmãos, tecendo comentários desairosos contra a administração de meu Capítulo.
Era tudo verdade. Envergonhei-me.
Tentei justificar mas não encontrava argumentos. Lembrei-me, então, de minhas ações beneficentes. Indaguei-os sobre tal...
E mudando a imagem como se trocassem de canal, vi-me colocando a mão vazia no tronco da solidariedade.
Era fato, e, costumeiramente, o fazia, por achar que a contribuição não seria bem usada...
Por não ter o que argumentar, calei-me e lágrimas de remorso brotaram-me nos olhos.
Iniciei a retirar-me cabisbaixo e estanquei ao ouvir a voz autoritária e ao mesmo tempo fraterna do Mestre Conselheiro que estava presidindo a reunião.
-- Meu Irmão. Reconhecemos suas falhas quando no orbe Terrestre e na Ordem DeMolay, contudo, reconhecemos, também que o Irmão foi iniciado em nossos Augustos Mistérios e em nossa fraternidade que deveria moldar seu caráter...
-- Prometemos em nossas Iniciações protegê-lo e o faremos. O Irmão terá a oportunidade de consertar seus erros, afinal, todos nós aqui presentes já os cometemos algum dia.-- Descanse nesse plano o tempo necessário e, ao voltar à matéria para novas experiências, nós o encaminharemos novamente a Ordem DeMolay.
Saí decepcionado, mas estranhamente aliviado. Aquelas palavras pareciam ter me tirado um grande peso.
Acordei, sobressaltado e suando muito. Meu coração disparado. Levantei-me assustado, mas com certa alegria no peito. Havia sonhado!
Dirigi-me ao guarda-roupa, minha indumentária ali estava. Instintivamente, retirei da camisa as minhas comendas e as guardei em uma caixa.
Ainda emocionado e com os olhos molhados de lágrimas, dirigi-me à minha mesa e com as mãos trêmulas e cheio de uma alegria juvenil, retirei da gaveta o Ritual do Grau Iniciático.”
Em uma iniciação de que participei, o irmão, tio e então Presidente do Conselho Consultivo Fábio Ursaia explicou para os candidatos a iniciação o que era o ritual, que era um livro onde era escrito como são realizadas nossas cerimônias, e que nós só podemos nos chamar de irmãos, nos considerarmos iguais, porque o ritual em uso no ano de 2010, é o mesmo escrito por Frank Marshall muitos anos antes.
Então convido a todos os irmãos, mesmo os sêniors, cavaleiros, graus DeMolay, a reler o ritual do grau iniciático, pois é nele que estão os mais valorosos ensinamentos de nossa ordem, a base para todos os outros graus. Somos todos iguais e a humildade não precisa ser uma vela para que possamos segui-la.
Henrique Succi Lopes “
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Um blog mensal
Boa noite
Sou Henrique Succi, hospitaleiro do capítulo Wolfgang Amadeus Mozart, nro 171 da Ordem DeMolay, filiado ao SCODB e situado em São Paulo - SP. O Mozart foi fundado em 5 de dezembro de 1991 e ontem, em seu aniversário de 19 anos, surgiu a ideia de se fazer um blog para falar sobre Ordem DeMolay (virtudes, história da Ordem, história do Capítulo, etc). Então estou preparando, em conjunto com alguns irmãos, posts relacionados à fundação da Ordem DeMolay, a Ordem DeMolay no Brasil e o "rachão da ordem".
Abraços fraternais
Henrique Succi'' (henriquesucci@msn.com)
Sou Henrique Succi, hospitaleiro do capítulo Wolfgang Amadeus Mozart, nro 171 da Ordem DeMolay, filiado ao SCODB e situado em São Paulo - SP. O Mozart foi fundado em 5 de dezembro de 1991 e ontem, em seu aniversário de 19 anos, surgiu a ideia de se fazer um blog para falar sobre Ordem DeMolay (virtudes, história da Ordem, história do Capítulo, etc). Então estou preparando, em conjunto com alguns irmãos, posts relacionados à fundação da Ordem DeMolay, a Ordem DeMolay no Brasil e o "rachão da ordem".
Abraços fraternais
Henrique Succi'' (henriquesucci@msn.com)
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